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Acaba de ser publicada a edição número 52 da revista Espírito Livre.  Uma edição totalmente dedicada ao FISL 14 e... com um artigo meu!!!Revista Espírito Livre n. 52

Nada muito estravagante, apenas uma descrição de como foi o FISL para mim.  E com as fotos que tirei durante todo o evento.

Infelizmente o servidor da revista Espírito Livre parece estar sofrendo o tráfego intenso, então está bastante difícil acessar a revista e baixar.  Mas aos que conseguirem (e com certeza uma hora ou outra conseguirão), espero que gostem.

Revista Espírito Livre - edição 52 - julho de 2013

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Mais uma vez consegui peregrinar e me juntar ao grupo de ativistas e programadores que se reúnem uma vez ao ano em Porto Alegre, RS, para o FISL, Fórum Internacional de Software Livre.

Como sempre, foi um evento agradável e cheio de reencontros. Amigos que não via a mais de 10 anos!

Esse ano escolhi uma participação um pouco mais ativa, e fiz 2 oficinas de criação de pacotes. Na verdade a idéia era fazer uma iniciação na criação de pacotes durante a primeira oficina, e continuar com uma hackaton na segunda, mas o público da segunda oficina foi... completamente diferente da primeira! Devo supor que a primeira oficina foi um completo desastre e as pessoas desistiram de vez de fazer pacotes. E tive de re-fazer a parte didática durante a segunda, o que não permitiu corrigir nenhuma pacote oficial. Mas não deixou de ser divertido (ao menos para mim).

Além do encontro especial com os amigos, tive o prazer de participar de um churrasco numa cervejaria artesanal. Helles, ipa, weiss, red ale, pilsen... realmente um evento que deu um *gostinho* a mais ao FISL. E que gostinho bom.

Não bastasse o sabor ímpar das cervejas, descobri que quem tinha organizado a festança era a caravana de Florianópolis, da UFSC! Foi um encontro etílico do "old school" com o "new school". E tinha até o Maddog por lá.

Enfim o FISL foi mais uma vez um espetáculo. Espero ter condições para poder estar por lá no ano que vem novamente.

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Desde o fim do ano passado, tenho percebido que o Estadão resolveu colocar um filtro de conteúdo em alguns de seus artigos na web.

Como o conteúdo pertence ao jornal, eles têm todo o direito de fazer esse tipo de abordagem.  Mas o que eu acho chato é que eles publicam esses artigos no twitter, e depois enfiam na sua cara o bloqueio.  

Enfiam?  Será?

Se enfiam na cara, quer dizer que roda na minha máquina e não na deles, certo?  Então eu posso dizer para meu navegador (no caso o Google Chrome) "não" ler esse bloqueio, não posso?  Claro que sim!

Depois de uma procura no código da página, encontrei um javascript que chama uma função fadeOut() para criar esse efeito.  Bastou então achar o arquivo javascript com tal função.  Pra isso contei ajuda do browser por linha de comando Lynx e um pouco de shell script.

for link in $(lynx \
   -source -dump \
   "http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,pistorius-rejeita-acusacao-de-assassinato-da-namorada,997339,0.htm" | \
   grep js | \
   sed "s/.*src=\"//" | \
   grep estadao | \
   sed "s/\".*//" | \
   sed "s|^/|http://www.estadao.com.br/|" | \
   grep -v img.estadao)
   do 
   echo $link
   lynx -dump -source "$link" | \
      grep -i fadeout && \
      echo "ACHEI: $link" && \
      break
done

Então consegui achar que o vilão é o javascript de jquery:

http://www.estadao.com.br/estadao/novo/js/jquery-1.5.2.min.js

Bastou então usar o AdBlock Plus pra bloquear esse arquivo e tudo funcionou novamente.

 

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Se um dia disserem que é verdade, negarei com todas as forças.  Vamos dizer que essa história é uma ficção e que esse tipo de coisa nunca acontece nos meios corporativos.

Então toda e qualquer referência por aqui é pura imaginação minha, certo?

Pois então.  Sabem o que é virose?  Não?  Não minha opinião, é algo genial criado pelos médicos.  Já explico: pra quem tem filho, é comum ir ao médico pra ver alguma febre repentina que surge no meio da noite.  E, na falta de um diagnóstico, é comum ouvir o termo "ah, isso é algum virose".  Em geral trata-se com algum anti-termal (paracetamol ou algo do gênero) pra controlar a febre, e só.  Tem de se esperar passar.  

 Pois uma vez eu trabalhava com um sistema de stream de vídeo, e o vídeo, vez ou outra, mostrava umas áreas "quadriculadas" por alguma perda de pacotes da rede.  A questão é que a topologia estava exatamente assim:

O servidor de stream estava conectado num roteador de core, que ligava via fibra ótica (10 Gbps) ao switch core, que ligava no DSLAM.  O DSLAM dividia a saída em 2 VLANs: uma pra Internet em geral, e outra específica pra TV.  Não existia nada mais ligado nessa rede.

E quando é época de inferno astral, realmente não se tem muito o que fazer.  Pois bem no dia em que estávamos testando isso, surge uma "visita" inesperada do diretor da conta de vendas, querendo ver como andavam os testes.  No exato momento em que ele adentra a porta do recinto, a TV (talvez já mancomunada com algum ente espiritual maligno, algo como o exu-tranca-sistemas) resolve expor os pequenos pontos quadriculados.

A meia hora seguinte foi de sabatina de perguntas sobre o motivo dos quadriculados.  Resolveu-se que aquilo era inaceitável e que a topologia deveria ser revista.  Toda ela.

Não houve solução senão ir conectando o setupbox (a caixinha que convertia o stream pra saída de vídeo da TV) nos nós da rede para tentar detectar qual elemento estava falhando.  Primeiro retiramos a parte DSL (DSLAM e modem), ligando diretamente no switch core.  O quadriculado continuava lá.

Movemos diretamente para o roteador de core, apenas trocando a porta de fibra ótica para ethernet.  E o quadriculado continuava lá.

Então conectamos diretamente no servidor de stream, para assim já decretar sua morte e dizer que tínhamos encontrado a origem do problema.  E o vídeo passou normalmente...

Esse é o exato momento em que todo mundo fica com aquela cara de poker face.

Então resolvemos reconectar ao roteador, pois esse deveria ser o causador do problema.  Tudo conectado, fomos aos testes e... vídeo funcionando perfeitamente.  Nenhum problema aparente.

Então conectamos novamente ao switch core para verificar se o problema poderia ser a porta de via fibra ótica e...

Voltamos ao DSLAM e...

Assumimos que aquilo era obra do demônio, o exu-tranca-sistemas mesmo, e seguimos a vida em frente, ou melhor, continuamos com os testes.

Ao final do dia, recebo uma ligação de um alto escalão querendo saber se o problema havia sido resolvido.  Expliquei gentilmente que sim, e que todos os elementos de rede tinham sido revisados.  Então recebi a pergunta fatídica: qual era a origem do problema?  

Sem titubear, respondi:

- Virose de rede, mas já estamos administrando 10 pings de 4 em 4 horas, por 7 dias, para evitar inflamações nos links.

E tudo teria terminado aí, se não houvesse uma apresentação para altos executivos.  

No dia da tal apresentação, apareceram os distintos senhores, todos devidamente engravatados.  E começou-se a apresentação.  Eu, por ser um cara muito técnico, apenas fiquei ao fundo da sala assistindo a apresentação, que era ministrada por alguém que eu nunca tinha visto na vida, e que estava também devidamente engravatado.  E falava com bastante segurança sobre os testes realizados.  E tudo corria bem e tranquilo, com exibição perfeita do vídeo, quando, ao final da apresentação, o engravatado soltou em alto e bom som:

- E durante os testes, nossos técnicos encontraram uma virose de rede.  Mas eles trabalharam arduamente para elinimar esse vírus e agora garantem que os links não ficarão inflamados, não afetando a performance do vídeo.

Tive de sair da sala para não engasgar de tanto rir.

Slideshare

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Finalmente resolvi publicar alguma coisa no slideshare.  Não que eu tenha tanta coisa assim pra compartilhar, mas estava ficando envergonhado de receber vários pedidos para "seguir" pessoas por lá, uma vez que nunca publiquei absolutamente nada.

Então fiz o upload de algumas apresentações antigas, realizadas entre 2002 e 2005 (acho), que fiz para eventos do Debian-SP, GTER (Grupo de Trabalhos de Engenharia de Redes, ligado ao Nic.BR) e Maratona HOWTO, esse último um evento de HOWTOS que foi ideaizado pela 4Linux, se não estou enganado.

São assunto variados, indo de roteamento avançado e controle de banda à PABX IP com Asterisk.  Provavelmente devem estar obsoletos, uma vez que faz mais de 10 anos que foram escritos, mas... ao menos publiquei algo por lá ;-)

 

http://www.slideshare.net/helioloureiro

 

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