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Leap of faith, ou salto de fé, é um passo no vazio que se dá durante a série de jogos "Assassins Creed".  Basicamente significa "fechar os olhos e acreditar que vai dar certo".  Durante o jogo, existem lugares já marcados para usar o "salto da fé", onde em geral existem pombas, mas na vida real, nem tanto.

Não que eu tenha tentado pular da varanda de casa, nem tentado assassinar ninguém.  Nada disso.  Mas esses dias eu fiz um "salto de fé" ao cancelar meu serviço de banda larga do Net Virtua e assinar o de fibra óptica da TIM.  Como não existem muitas instalações e descrições, foi um passo seguido de fé, muita fé...

O acesso não é caro: paga-se por volta de R$ 60,00 por 35 Mbps de downstream e 20 Mbps de upstream.  Por mais ou menos R$ 50,00, o Net Virtua me fornecia somente 1 Mbps.  E esse não era o único problema com o Virtua: a latência de rede era o pior.  Simplesmente estava impossível de fazer qualquer coisa com o link, pois tudo tinha uma latência absurda, fazendo vídeos do Youtube engasgarem mesmo com a menor qualidade, e tornando impossível jogar jonline, como com "call of duty", na PSN do Playstation.  Não sei se é QoS mal feito do lado da Net, ou o que pode ser, mas com certeza não era o fato de ter somente 1 Mbps que fazia a diferença, pois tenho a mesma banda em outro lugar, também pelo Net Virtua, e não sofro desse problema.  

Pela monitoração do link, dava pra ver que dificilmente essa banda era totalmente utilizada.  Mesmo sem tráfego na rede, os tempos de respostas de ping alcançavam valores próximos de 800 ms, o que mudou para 10 ms em geral com o link da TIM.

helio@shibboleet:~$ ping -c 10 helio.loureiro.eng.br
PING helio.loureiro.eng.br (200.160.198.15) 56(84) bytes of data.
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=1 ttl=50 time=10.6 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=2 ttl=50 time=10.1 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=3 ttl=50 time=10.1 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=4 ttl=50 time=10.7 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=5 ttl=50 time=10.2 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=6 ttl=50 time=11.3 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=7 ttl=50 time=10.0 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=8 ttl=50 time=10.1 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=9 ttl=50 time=10.0 ms
64 bytes from cp01-tvt-db.durand.com.br (200.160.198.15): icmp_req=10 ttl=50 time=11.2 ms

--- helio.loureiro.eng.br ping statistics ---
10 packets transmitted, 10 received, 0% packet loss, time 9013ms
rtt min/avg/max/mdev = 10.006/10.469/11.338/0.498 ms

E justamente pela falta de comentários sobre o Live TIM, fibra óptica, que resolvi escrever um pouco sobre o mesmo.

Primeiro que não é um serviço de fibra que chega em casa, o FTTH (Fiber To The Home).  É mais um FTTB (Fiber To The Building), pois a fibra óptica chega até o DG (Distribuidor Geral) do prédio, que fica no térreo, e daí é convertido por um DSLAM em VDSL, que então sobe para residência pelo sistema de par trançado de cobre, usado pela telefonia.  Na residência, ou melhor, no apartamento, é preciso um modem (CPE) de VDSL para converter esse sinal em rede ethernet.

Nesse ponto existe um lado que pode ser tanto ruim quanto bom: o CPE.  É um modem da ZTE fornecido pela TIM que levanta uma sessão PPPoE com a rede, recebendo o IP válido, e faz NAT de saída.  O serviço da TIM gentilmente fornece o login e senha de administração pra poder alterar os parâmetros (admin/admin), mas o CPE usa um firmware completamente limitado, que não permite mudar muita coisa.  É possível configurar o wifi que vem embutido e o endereçamento interno, mas acaba por aí.  Isso me levou a ter 2 nívels de NAT na minha rede interna: o já existente no roteador TP-Link TL-WR1043ND e que roda DD-WRT, e esse segundo NAT do CPE da ZTE.  Com isso, não consigo mais acessar por ssh as máquinas internas da minha rede.

 

Como não consegui acessar a portas das máquinas internas, utilizando port fowarding, não sei dizer se está faltando configuração no CPE ou se a TIM bloqueia as portas.  Isso no momento é chato, mas não é um problema que me faça voltar a usar o Net Virtua.  E também não quero desligar meu roteador com DD-WRT, pois o mesmo me ajuda a monitorar a rede com SNMP, entre outras coisas.  Eu testei a colocação de uma máquina logo atrás do CPE, com o roteamento de porta, e o mesmo não funcionou.  Então estou acreditando que a TIM realmente BLOQUEIA as portas ou o tráfego entrante.

Tentei fazer a configuração do DD-WRT totalmente em bridge, mas não consegui até o momento.  Então esse é um ponto negativo do Livre TIM: utilizar um PPPoE com NAT no modem sem possibilidade de mudar.  Como o acesso fornecido não tem limitação de quantidade de dados, não entendi muito bem o motivo de usar o PPPoE  - outro ponto que não vou classificar como negativo, mas diria que desnecessário.  Outra coisa que fiquei decepcionado foi em relação ao tipo de IP recebido: somente IPv4.  Eu já estava salivando de excitação esperando um IPv6 também.  Mas como o CPE é novo, provavelmente deve suportar upgrade.

Dos pontos positivos, a banda, o custo e o fato de não ter nem custo de instalação, nem contrato de serviço, podendo ser interrompido a qualquer momento.  Testei fazer download utilizando até 20 Mbps de downstream, com 10 de upstream liberado, e jogar ao mesmo tempo.  O resultado foi fantástico: sem problemas, nem latências, nem travamentos.  Ainda mandei um stream de vídeo no Youtube com mais um stream do NetFlix, ambos em HD, e... sem problema algum!

Foi um realmente um salto de fé no escuro, mas aparentemente o serviço IP da TIM é muito melhor que seu serviço de telefonia.  Não estou arrependido, mas só vou poder dar uma opinião sobre a qualidade geral do serviço após 6 meses de uso, no mínimo.

Atualização: Fri Feb 15 13:45:53 BRST 2013

Justamente quando estava escrevendo sobre a banda larga da TIM, fiquei quase 24 horas sem Internet.

 

Em termos de acesso à rede, isso é quase uma eternidade, o que desencadeou minha síndrome de abstinência internética.  Durante esse período, consegui acessar uma rede Wi-Fi de algum vizinho, que estava generosamente aberta sem senha alguma.  Nisso fui informado pelos amigo que o problema era um rompimento de fibra óptica, justamente na minha região.

http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/02/05/rompimento-de-fibra-otica-afeta-servicos-da-tim-e-da-intelig.htm

Realmente foi muito azar ou acaso.  Acabei indo viajar até o carnaval, o motivo pelo qual não terminei de escrever e publicar esse post e só voltar a ele agora.  

Mas após esse incidente, o link voltou e está funcionando sem problemas.

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XGH é uma das coisas mais genias que surgiu nos últimos tempos, descrevendo a estupidez que se aplica em métodos ágeis, mas que reflete bem o ambiente corporativo.  Infelizmente o site foi abandonado e seu conteúdo, apagado.

Mas com a ajuda do wayback machine, consegui resgatar o conteúdo, e estou replicando aqui, para que fique imortalizado na Internet.

Afinal, quem aqui nunca praticou XGH?

Fonte: http://gohorseprocess.wordpress.com/extreme-go-horse-xgh/

Wayback: http://web.archive.org/web/20100404033640/http://gohorseprocess.wordpress.com/extreme-go-horse-xgh/

 

eXtreme Go Horse (XGH)

1- Pensou, não é XGH.

XGH não pensa, faz a primeira coisa que vem à mente. Não existe segunda opção, a única opção é a mais rápida.

2- Existem 3 formas de se resolver um problema, a correta, a errada e a XGH, que é igual à errada, só que mais rápida.

XGH é mais rápido que qualquer metodologia de desenvolvimento de software que você conhece (Vide Axioma 14).

3- Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.

Para cada problema resolvido usando XGH, mais uns 7 são criados. Mas todos eles serão resolvidos da forma XGH. XGH tende ao infinito.

4- XGH é totalmente reativo.

Os erros só existem quando aparecem.

5- XGH vale tudo, só não vale dar o toba.

Resolveu o problema? Compilou? Commit e era isso.

6- Commit sempre antes de update.

Se der merda, a sua parte estará sempre correta.. e seus colegas que se fodam.

7- XGH não tem prazo.

Os prazos passados pelo seu cliente são meros detalhes. Você SEMPRE conseguirá implementar TUDO no tempo necessário (nem que isso implique em acessar o BD por um script malaco).

8- Esteja preparado para pular fora quando o barco começar a afundar… ou coloque a culpa em alguém ou algo.

Pra quem usa XGH, um dia o barco afunda. Quanto mais o tempo passa, mais o sistema vira um monstro. O dia que a casa cair, é melhor seu curriculum estar cadastrado na APInfo, ou ter algo pra colocar a culpa.

9- Seja autêntico, XGH não respeita padrões.

Escreva o código como você bem entender, se resolver o problema, commit e era isso.

10- Não existe refactoring, apenas rework.

Se der merda, refaça um XGH rápido que solucione o problema. O dia que o rework implicar em reescrever a aplicação toda, pule fora, o barco irá afundar (Vide Axioma 8).

11- XGH é totalmente anárquico.

A figura de um gerente de projeto é totalmente descartável. Não tem dono, cada um faz o que quiser na hora que os problemas e requisitos vão surgindo (Vide Axioma 4).

12- Se iluda sempre com promessas de melhorias.

Colocar TODO no código como uma promessa de melhoria ajuda o desenvolvedor XGH a não sentir remorso ou culpa pela cagada que fez. É claro que o refactoring nunca será feito (Vide Axioma 10).

13- XGH é absoluto, não se prende à coisas relativas.

Prazo e custo são absolutos, qualidade é totalmente relativa. Jamais pense na qualidade e sim no menor tempo que a solução será implementada, aliás… não pense, faça!

14- XGH é atemporal.

Scrum, XP… tudo isso é modinha. O XGH não se prende às modinhas do momento, isso é coisa de viado. XGH sempre foi e sempre será usado por aqueles que desprezam a qualidade.

15- XGH nem sempre é POG.

Muitas POG’s exigem um raciocínio muito elevado, XGH não raciocina (Vide Axioma 1).

16- Não tente remar contra a maré.

Caso seus colegas de trabalho usam XGH para programar e você é um coxinha que gosta de fazer as coisas certinhas, esqueça! Pra cada Design Pattern que você usa corretamente, seus colegas gerarão 10 vezes mais código podre usando XGH.

17- O XGH não é perigoso até surgir um pouco de ordem.

Este axioma é muito complexo, mas sugere que o projeto utilizando XGH está em meio ao caos. Não tente por ordem no XGH (Vide Axioma 16), é inútil e você pode jogar um tempo precioso no lixo. Isto fará com que o projeto afunde mais rápido ainda (Vide Axioma 8). Não tente gerenciar o XGH, ele é auto suficiente (Vide Axioma 11), assim como o caos.

18- O XGH é seu brother, mas é vingativo.

Enquanto você quiser, o XGH sempre estará do seu lado. Mas cuidado, não o abandone. Se começar um sistema utilizando XGH e abandoná-lo para utilizar uma metodologia da moda, você estará fudido. O XGH não permite refactoring (vide axioma 10), e seu novo sistema cheio de frescurites entrará em colapso. E nessa hora, somente o XGH poderá salvá-lo.

19- Se tiver funcionando, não rela a mão.

Nunca altere, e muito menos questione um código funcionando. Isso é perda de tempo, mesmo porque refactoring não existe (Vide Axioma 10). Tempo é a engrenagem que move o XGH e qualidade é um detalhe desprezível.

20- Teste é para os fracos.

Se você meteu a mão num sistema XGH, é melhor saber o que está fazendo. E se você sabe o que está fazendo, vai testar pra que? Testes são desperdício de tempo, se o código compilar, é o suficiente.

21- Acostume-se ao sentimento de fracasso iminente.

O fracasso e o sucesso andam sempre de mãos dadas, e no XGH não é diferente. As pessoas costumam achar que as chances do projeto fracassar utilizando XGH são sempre maiores do que ele ser bem sucedido. Mas sucesso e fracasso são uma questão de ponto de vista. O projeto foi por água abaixo mas você aprendeu algo? Então pra você foi um sucesso!

22- O problema só é seu quando seu nome está no Doc da classe.

Nunca ponha a mão numa classe cujo autor não é você. Caso um membro da equipe morra ou fique doente por muito tempo, o barco irá afundar! Nesse caso, utilize o Axioma 8.

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Outro dia, durante o trabalho, fui perguntado sobre onde fazer cursos para certificação Linux LPI.  Antes de dar recomendações, fiz a pergunta básica: qual o seu propósito com essa certificação?

Muitas pessoas buscam a certificação por vários motivos:  status, melhoria salarial ou carreira, ou conhecimento.  Mas será que é algo que vale a pena?  Como resposta, ou melhor, opinião minha digo que depende da situação e do objetivo.

Certificação é uma forma mais rápida de adquirir um conhecimento e comprovar tal aprendizado.

Nada mais que isso.  Cursos de certificação levam em média 6 meses (em geral menos), mas não são nada mais que isso.  São cursos, e cursos não substituem uma boa faculdade.  Alguns cursos ainda o preparam somente pra passar na prova de certificação.  Caso ainda não seja formado ou seja um profissional autodidata, e queira comprovar no seu currículo que detém mesmo um certo conhecimento, então eu recomendo uma certificação na sua área de atuação.  Muitas certificações não exigem uma quantidade mínima  de aulas, mas apenas agendamento, pagamento e realização da prova (não necessariamente nessa ordem).  Se aprovado, consegue-se a certificação.

Mas caso tenha uma faculdade, tentar engrossar o currículo com certificação pode significar que seu curso não prestou a que devia: ensinar.  É bastante arriscado fazer isso.  Não existe no mundo certificação que seja melhor que um curso de no mínimo de 2 anos (em relação às boas faculdades).  Claro que é preciso "saber aprender" durante a faculdade, do contrário realmente foi um tempo jogado fora e nem mesmo a certificação vai ajudar.

Em termos de carreira, se deseja melhorar seu salário ou crescer na empresa, é melhor negociar com seu gerente antes, pois pode ser que a empresa precisa desse conhecimento mas... não tanto a ponto de pagar algo a mais por seu esforço.  Então realmente converse com seu gerente sobre sua carreira, o que deseja, sobre a certificação, e tenha a certeza se vale a pena investir nele ou não.

Se o desejo for por um melhor emprego, certificação não é o que ajuda.  O importante é o conhecimento.  Mentir no currículo não pega bem e é descoberto logo, pela falta de conhecimento.  Certificação não é diferente.  De todas as entrevistas de emprego em que eu estava como empregador, em nenhum caso a certificação fez diferença já que eu perguntava aos candidatos sobre suas competências e pedia exemplos de como a usaram.  Em alguns casos eu ainda fazia exemplos de problemas e perguntava como resolveriam.  

Mas se o caso de busca for por conhecimento, eu acho que cursos gratuitos na Internet podem ajudar com isso sem necessariamente precisar da certificação.  Existem os mais variados materiais disponíveis e o interessante seria aplicar seus conhecimentos, ao longo do aprendizado, em algum projeto que esteja trabalhando.  Isso ajuda a fixar o conteúdo.

No exemplo do LPI, eu sugeri que buscassem as apostilas do Guia Foca Linux, que é um curso completo de Linux desenvolvido com várias contribuições e ao longo de vários anos.  Eu mesmo administro os treinamentos internos da empresa baseados nessa apostilas.  Sempre que me pedem referência sobre livros ou qualquer coisa de Linux, eu sempre recomendo o Guia Foca Linux.

Então quando pensar em certificação, pense antes qual o seu real objetivo com isso.

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Como é de se esperar, aumentei meus "skills" de apresentação junto com o MBA.  Uma das ferramentas que conheci, mas acabei não usando durante o curso, foi Prezi.

As apresentações ficam simplesmente fanstásticas.

É feita toda via flash, via web, no modelo freemium (de graça com até certas features).  Apesar disso, recomendo mais que qualquer outra ferramenta como Microsoft Powerpoint ou LibreOffice Presentation.

Minha primeira brincadeira com Prezi.

 

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Após aproximandamente passado 1 mês do lançamento da pesquisa do MBA FGV, sobre perfil de consumidores de dispositivos móveis em frente da TV, finalmente é possível sumarizar e apresentar os resultados.

Antes de mais nada agradeço aos que participaram.  

A pesquisa foi anônima, mas pelo perfil apresentado, é possível ver que a rede de contato não fugiu muito do perfil de T.I., pois a maioria é composta de homens entre 25 e 40 anos e atuantes na área de exatas.  Tentei fazer o mais abrangente possível, mas... é impossível fugir do teorema dos grafos...

Vamos às respostas então.

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Os resultados foram muito próximos daqueles já informados por pesquisas como IBOPE e até mesmo a ConsumerLabs da Ericsson.

A idéia da pesquisa era saber sobre o mercado de aplicativos second screen, onde os dispositivos móveis como smartphones e tablets tornam-se parte da programação de TV.  A forma mais fácil de visualizar isso seria através do aplicativo participando online durante o debate político na TV.  Imagine poder verificar online quem está indo melhor num debate, ou pior.  Pode não ser significativo em termos de análise eleitoral, mas é no mínimo diverto.

Agora resta saber se algum dia conseguirei realmente montar uma empresa startup com isso :-)

 

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