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Adeus DropBox

Com a recente mudança do DropBox, que permitiu a entrada da Condoleezza Rice em seu quadro de diretores, acho que realmente é hora de dizer adeus.  O site Drop-DropBox deixa isso bem claro:

www.drop-dropbox.com

Apesar de toda gritaria em relação à privacidade, eu sempre fiz uso de armazenamento em nuvem.  Seja do DropBox, seja do UbuntuOne, que também anunciou sua saída desse mercado.  Em geral eu salvo coisas que não exigem privacidade ou sigilo como vídeos do celular, artigos, e revistas eletrônicas, como as revistas Espírito Livre e BSD Magazine, para poder ler depois no tablet.  A única exceção de confidencialidade é que guardo meu chaveiro digital do KeePassX lá, pois preciso que o mesmo esteja disponível em todo lugar.  E espero que a senha pra destravar o mesmo seja suficiente pra garantir minha segurança contra a NSA ou quem quer que seja...

Com esses requisitos na cabeça e um computador na mão, sai buscando alternativas tanto pro DropBox quanto pro UbuntuOne.  Dei uma olhada, claro, no owncloud. O problema dele é ter o servidor disponível.  Eu até poderia usar o desktop de casa pra isso, mas no momento ele está a mais de 10.000 Km longe de mim e meu link com ele é só via IPv6, o que não o torna muito viável pra acesso no meu smartphone e meu tablet.  Então eu ainda preciso de um servidor de terceiros.

Foi quando achei uma recomendação de migração pro Box.Com, que oferece 10 GB de espaço.  Isso seria o suficiente pra acomodar todos os meus arquivos tanto do DropBox quanto do UbuntuOne.  Agora era o segundo desafio: como copiar os dados?

Tanto o DropBox quanto o UbuntuOne têm uma maneira muito simples de replicar os dados: basta instalar o aplicativo e copiar os dados nas pastas designadas pra ter a replicação.  E pronto!  E o Box.Com?

O Box.Com não tem aplicativo cliente pra Linux.  Esse já era um ponto pra descartar, mas... encontrei uma solução até simples.

How to mount Box.com cloud storage on Linux

Com isso, segui os passos e instalei o pacote davfs2, criei uma entrada em ~/Box.Com e fui movendo meus arquivos dos diretórios do DropBox e do UbuntuOne pra ~/LocalBox.Com, em GoodByeDropBox e GoodByeUbuntuOne, pra ir sincronizando as nuvens de que os arquivos foram removidos.  Por que não movi direto pra dentro do ~/Box.Com?

Pelo motivo que essa montagem de dispositivo realmente cria uma partição remota.  Ao "desmontar" a mesma, os dados não ficam acessíveis.  Então só monto a mesma pra sincronizar os arquivos.  Mas existem problemas.  De tempos em tempos aparecem erros no sincronismo, que uso "rsync" pra fazer:

helio@elx3030vlm-78:LocalBox.Com$ rsync -auc GoodByeDropBox ../Box.Com/
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.DI-524_traffic.pl.51cQSZ" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.WGR614v7_traffic.pl.2VEgLG" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.admin-linux-br.pJj79O" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.adsl_check.py.fNvPNz" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.bin2iso.RbTw54" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.block_3GRouter.py.0KawJP" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.block_3GRouter.py~.6IOAnA" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.check-spam-clean.sh.iNFK1k" failed: Invalid argument (22)
rsync: mkstemp "/home/helio/Box.Com/GoodByeDropBox/bin/.check_myip.sh.i1MZF5" failed: Invalid argument (22)
rsync error: some files/attrs were not transferred (see previous errors) (code 23) at main.c(1070) [sender=3.0.9]

E devia ter usado "tar" pra fazer o sincronismo, mas eu não queria ocupar toda banda, pois tenho somente um 1 Mbps de upstream.  E esse é outro problema: não existe nenhum controle de banda pra download ou upload.  Com isso, vez ou outra o link fica inutilizável e a partição simplesmente... morre!  Não é possível nem ler, nem escrever.  Nem "ls" funciona.  E isso acaba exigindo um "kill" no mount pra fechar tudo e abrir novamente.

Por enquanto o sistema está muito, mas muito novo, e sem grandes comparações de melhoria.  Mas há possibilidades.  Com a liberação do código fonte do UbuntuOne, talvez seja possível criar um aplicativo cliente melhor, com possibilidade de verificação de mudança e atualização remota.  Mas isso é apenas suposição.  Nada de concreto até agora.

No momento, o que posso dizer é: adeus DropBox, longa vida ao Box.Com.

Adeus dropbox

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O serviço mais barato

Hoje apareceu essa imagem no facebook (sim, uso facebook e muito) e me fez lembrar de uma situação que aconteceu durante meu período como consultor, quando vivia em Floripa.  É praticamente um conto, mas acho que serve pra ilustrar que algumas coisas não se negociam e, entre elas, o seu valor pelo trabalho.

Como eu vivia em Florianópolis, era (e ainda é) fácil encontrar mão de obra por causa das universidades da região, seja da própria UFSC, seja da UDESC, ou até mesmo da federal de Joinville.  Fácil e farta.  Não faltava gente que não soubesse instalar Linux.  Hoje deve ser mais fácil ainda, já que a instalação é algo trivial.  Mas naquela época eu estava me especializando em fazer migração de servidores que rodavam o Unix SCO pra Linux ou FreeBSD.  Meu predileto era FreeBSD, que era mais fácil de manter que Linux, já que não tinha Internet fácil ou rápida em todo lugar.  E a compatibilidade binária pra rodar SCO era melhor, quer dizer, menos problemática.

Conectiva 4.0

Mas eram épocas de Conectiva, que estava em destaque com seu 4.0.  A caixa preta dava mesmo um visual de superioridade, de diferencial, de estilo de vida, de "sou maneiro, sou réquer", e as pessoas queriam usar Conectiva Linux em seus servidores.  Se não fosse FreeBSD, eu preferia Debian, mas Debian nunca teve o appeal de marketing que uma Conectiva tinha na época.  Eu usava Debian, mas era fã daquele visual do Conectiva.  Era impossível não ser.

Então eu tinha esse cliente, que era uma concessionária de carros.  A concessionária tinha a matriz, em Floripa, e várias filiais localizadas em outras cidades.  Algumas distantes (acho que em Chapecó, extremo oeste de Santa Catarina).  Depois de muito conversar, convencer, negociar, e testar, ele topou a migração de seu sistema de SCO pra Linux.  Foi complicado, pois as filiais eram interligadas via LPCD, uma linha dedicada alugada da empresa de telefonia (TELESC na época) que funcionava via serial em velocidade de 9600 bps ou acima disso, mas não muito.  E nem eram bits por segundo, eram bauds :-D

A configuração do aplicativo migrado do SCO foi bem fácil.  O que me deu muito trabalho foi acertar as linhas seriais, que eram conectadas ao servidor via placa multiserial da Cyclades (alguém lembra disso?).  Em cima da placa eu tinha as conexões ppp, que eram configuradas diferentemente, pois cada LPCD tinha uma característica.  Não era o mais difícil, pois as linhas seriais eram assíncronas, abaixo de 64 kbps, mas não era fácil.

Na época não existia nada formal pra backup.  Unidades de gravação de CD eram caras e, por isso, raras.  Unidades de fita?  Isso era coisa de empresa grande ou universidade.  Então pra contornar o fato do cliente poder fazer alguma barbeiragem com o sistema instalado, eu fazia um backup das configurações do "/etc" usando RCS.  Era tosco, mas funcionava e sempre me livrava do cliente que dizia "mas eu não mexi em nada".  E me salvou inúmeras vezes.

Então veio o dia fatídico.  E esses dias sempre acontecem numa sexta-feira, em geral perto das 5 da tarde.  O cliente me ligou dizendo que tinha tido um "crash" no HD e precisa reinstalar tudo, pois, como eu já descrevi antes, não tinha backup.  Hoje, olhando pra trás, eu sinto que éramos barnabés da informática, pois nem um pendrivezinho tinha pra fazer backup naquela época.  Claro que tínhamos os disquetes de 1.44 MBytes, mas aquilo já ninguém usava.  Pra complicar mais o meio de campo, o cliente ainda avisou que precisava rodar o faturamento na segunda-feira, que era fechamento do mês.

Como de cabeça já imaginei um fim de semana perdido, instalando servidor, reconfigurando e passando o domingo verificando conexão com as filiais, já pedi um valor alto.  Não lembro quanto foi, mas diria que foi uns 3 mil reais.  Como o valor era alto, muito mais que eu costumava cobrar pra esse tipo de atividade, ele me pediu pra pensar, pra comparar preços com outros consultores.  Lembro de ter avisado que tudo bem, mas só ia esperar até perto das 7 da noite e, se fosse embora, não ia mais atender ele durante o fim de semana.

Perto do horário de deixar a empresa e ir pra casa, eis que ele me liga.  Queria fechar comigo o serviço, mas estava muito caro.  Seria possível negociar?  Expliquei pra ele o quanto seria ruim para mim perder fim de semana por causa dele, pela urgência, e tudo mais.  Mas então ele veio com o argumento que determinou a negociação:

- Mas tem um rapaz da faculdade que disse que faz por R$ 300,00.  Não dá pra fazer pelo mesmo preço?  Afinal é só instalar o Linux...

Fiquei calado por uns 10 segundos.  A dúvida é se o mandava à merda, ou alguma outra forma de extravasar o desprezo que surgiu em mim.  Mas respirei fundo e disse:

- Se ele pode fazer por 300, eu não consigo competir com esse preço.  Por favor, faça o serviço com ele.  Fico feliz que tenha encontrado alguém que possa atender melhor que eu, e com valores mais baixos.

E claro que fiquei muito, mas muito puto.  Tanto que lembro da história até hoje.  Mas fechei as coisas e fui pra casa.

Sábado foi um dia tranquilo, com direito à praia, camarão e cerveja.  Domingo não foi muito diferente.  Não muito?  No fim do domingo comecei a receber as ligações do cliente.  Como ele não tinha nenhum contrato comigo, não atendi.

Segunda-feira começou cedo.  Por volta das 7 da manhã ele já me ligava.  Imaginei que estava desesperado, e que algo tinha dado errado, mas muito errado.  Tomei calmamente meu café, enquanto o celular se retorcia em cima da mesa, com o toque em modo vibração somente.

Por volta das 9 da manhã atendi o cliente.  Era catástrofe pura.  Tudo tinha dado errado, o sistema não tinha funcionado, o del não dava del, o windows não fazia windows, o enter não dava enter, e assim por diante.  Perguntou carinhosamente se eu poderia atendê-lo ainda.  Respondi positivamente:

- Claro, mas agora o valor é R$ 5.000,00.

- Mas você tinha dito 3000????

- É que agora eu preciso arrumar a bagunça que ficou aí.  Mas se não quiser, pode procurar outra pessoal.

Eu gostaria de terminar a história com "e ganhei todo esse dinheiro e fiquei super feliz", mas eu realmente não lembro o final.  Eu acho que ele não topou.  Só lembro que nunca mais entrou em contato depois disso.

E eu?  Eu realmente não sinto, até hoje, a menor falta de ter ganhado esse dinheiro.  Mesmo.  Só o fato de ter recebido a ligação na segunda-feira valeu mais que qualquer outra coisa.

 

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Eu falo e escrevo muito sobre modelos de competitividade de software livre, sobre negócios, sobre como fazer do software livre um modelo de negócios sustentável.  Mas confesso que isso eu não tinha percebido, sobre o systemd.

Assim como quase todo mundo da área de Linux que conheço, o assunto da adoção do systemd por parte do Ubuntu passou por mim mais como decisão técnica que qualquer coisa.  Participei de discussões sobre funcionalidades e, o que era o principal para mim, sobre os benefícios do mesmo.  Como quase todo mundo, fiquei feliz pelo Ubuntu seguir o Debian e ainda, declaradamente, se dizer fazendo parte do ecossistema do mesmo.

Mas eu estava errado.  Redondamente errado.  Milhões de dólares errado.  Ou seriam bilhões?

Por um acaso muito grande, acaso mesmo pois eu já tinha lido e re-lido vários artigos e posts sobre Ubuntu e systemd, eu topei com um artigo do Steven J. Vaughan-Nichols na ZDNet:

After Linux civil war, Ubuntu to adopt systemd

Boa parte dele descreve sobre Ubuntu adotar o systemd, benefícios e o quanto isso teria de impacto em relação ao upstart.  Nada de novidade aí.  A maioria dos outros artigos trata em geral da mesma coisa, alguns mais profundamente, outros com traduções bem toscas.  Mas todos basicamente falando o mesmo.

Então Steven escreve a pérola do artigo:

This conflict is part of a greater fight between Canonical and Red Hat over the future of Linux. Another argument, still ongoing, is whether the X Window System -- the foundation of Unix and Linux's graphics system -- should be replaced by Ubuntu's Mir or Red Hat/Fedora's Wayland.

Senti aquela epifania típica de uma grande revelação.

Era óbvio.  Sempre foi.  Canonical está numa luta acirrada com a Red Hat pelo futuro do Linux.  Ambas tentando dominar a tecnologia que estará nos desktops e servidores das próximas gerações.  O código, sempre aberto, é apenas uma parte de um todo.  Existe toda uma estratégia pra se abocanhar uma fatia de mercado.

Nós, meros usuários, não somos o alvo, mas sim o mercado de cloud e de servidores.  A Canonical tenta ganhar o gosto dos usuários (e sysadmins) com uma interface semelhante através de vários dispositivos, o unity.  Hoje falamos de computadores e laptops, mas amanhã possivelmente será sobre tablets, smartTVs e smartphones.

RedHat, por sua vez, tenta impor sua dominação tecnológica pra manter seu mercado de servidores corporativos e do recém chegado mercado de cloud.  Sua vantagem competitiva está na marca de ser uma empresa tipicamente "open source" e que contribui pra comunidade.  Claro que os benefícios do retorno desse investimento se fazem claros por sua fatia de mercado e pelo relatório financeiro do último ano, que mostra um lucro líquido na casa de milhões de dólares.

RedHat 2013 financial report

Então quando pensar em systemd x upstart, ou wayland x mir, não pense em comunidade, não pense em código aberto, pense onde está o dinheiro.  Quem vencer, terá toda uma comunidade pra suportar.

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Don't panic!

Não costumo entrar em política por aqui, nem mesmo muito fora daqui, mas o caso do marco civil da Internet pede um certo envolvimento.  Conforme os limites do digital e do real ficam menos tênues, é impossível não comentar de ambos, mesmo que isso envolva política, mulher, religião ou futebol, os pilares que sustentam a nossa sociedade.

Mas não vou comentar sobre os aspectos do marco civil.  Já existem muitos sites falando sobre o mesmo.  Claro que existem os que falam contra, como sempre, mas o melhor é se informar sobre o assunto.  Eu pessoalmente recomendo o post do Sakamoto:

Marco Civil: se disserem que a lei é para censurar e espionar, não acredite

Mas o que queria abordar aqui é uma outra parte do marco civil, em relação ao artigo 16, que fala da guarda de logs.  

O que me levou a escrever sobre isso foi um post do Paulo Rená sobre esse tema:

Snowden pede criptografia, mas art. 16 seria tiro pela culatra

A parte do artigo 16 do código civil, como até é comentado no artigo, diz:

O provedor de aplicações de Internet constituído na forma de pessoa jurídica, que exerça essa atividade de forma organizada, profissionalmente e com fins econômicos,deverá manter os respectivos registros de acesso a aplicações de internet, sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de seis meses, nos termos do regulamento.

E está feita a confusão.  Então vou tentar explicar de forma técnica, e não vou entrar no mérito do direito, pois nem tenho conhecimento pra tal. É apenas o que existe e o que isso significa, e o motivo de estar no marco civil.

Todo serviço que envolve bits, TODO, tem um serviço de registro, ou como chamamos, log.  TODO.  Quer dizer então que quando me conecto ao provedor e recebo um endereço IP, isso fica num log.  Quando envio um mail, isso fica num log.  Quando entro aqui no meu site, pra escrever esse post, isso fica num log.

Como exemplo, um registro de mails que tenho num servidor que ajudo a manter:

Os IPs são reais, assim como os domínios que se apresentam aqui (a maioria mails falsos de SPAM).  Ao contrário do que se comenta por aí, não existe uma monitoração do conteúdo.  Mas se eu tenho acesso ao servidor, eu posso muito bem olhar o conteúdo de tais mails, por mais que minha conexão seja criptografada com o mundo exterior.  Mas isso já é tema pra um outro post.

E servidor de web?  Sim, tem log.  E não muito diferente dos logs do servidor de mail.

Como se pode ver, não existe muita informação além de IP de origem, página que se tentou acessar, se deu certou ou não, e o tipo de navegador usado.  Esses dados são importantes pra se verificar páginas erradas, falhas em navegadores, e audiência.

E claro, ataques!  Foi esse um dos princípios pros quais os logs surgiram.  Quando se sofre um ataque, a primeira coisa que se procura, é nos logs.  Sempre.

E essa é a questão do marco civil  Até quando guardar esses logs?  Infinitamente?  6 meses?  2 anos? 5 anos? 10 anos?  Quem pode acessar?  Como?  Pode ser usado pra vender um produto e/ou serviço?

Então quando se fala das questões de logs, não é sobre o governo monitorar todos, mas sobre os registros que já existem, sobre como vamos lidar com eles.  E a menos que se opte for ferramentas para garantir sua privacidade como TOR, não existe conexão anônima.  Nunca.

E sim, eu violei o sigilos do meus logs.  Espero que os cidadãos afetados não me processem, pois foi pra fins didáticos.

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Eu me sinto bastante solidário com as pessoas que investiram no TelexFree e acho muito injusto que saiam com tal prejuízo financeiro.  Como fizeram um investimento em tecnologia sem o conhecimento necessário sobre a mesma, ou até sobre o retorno do investimento, acho que vale a pena sugerir alguns negócios melhores que TelexFree.

Com certeza que são tecnologias que abrirão muitas portas para todo esse pessoal esquecido do norte do país, principalmente do estado do Acre.

Se não investiu em TelexFree e mesmo assim quiser experimentar os serviços abaixo, garanto que não se decepcionará.  São todos GRÁTIS!  Totalmente grátis!  Fácil assim.  Apenas criar uma conta e usar.  Não há investimento melhor.

Depois não digam que não ajudei.

https://one.ubuntu.com/referrals/referee/2899421/

https://db.tt/bl7SOkV

http://prezi.com/recommend/helioloureiro/

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