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{mosimage} Depois de mais de 3 anos rodando exclusivamente FreeBSD em meu laptop (sempre na versão RELEASE), finalmente resolvi voltar ao universo Linux. Nada contra os BSDs, especialmente o FreeBSD, mas era isso ou usar Windão, e Vista ainda por cima. Preferi ficar com o Suse, ou melhor, OpenSuse.

Realmente a instalação é bem facilitada. Comecei com o release 10.3, compatível com a versão do Enterprise Suse em uso na empresa, mas vi que o OpenSuse 11.1 também pode ser usado sem problemas (sempre a revelia do depto. de TI).

Filesystems criptografados, hibernação e uso da webcam no skype foram algumas das melhorias conseguidas com Linux. VirtualBox também está funcionando perfeitamente, o que me permite instalar o FreeBSD em uma máquina virtual.

Em semelhança ao Debian/Ubuntu, Suse/OpenSuse utilizam o aplicativo "zypper" para manter e atualizar o sistema. Bem inferior ao sistema do apt-get, mas ainda assim superior ao RPM por si só. Fui levado a versões não funcionais do xorg várias vezes por conta do uso do zypper. Fora que o sistema se perde quando proxy é habilitado ou desabilitado depois do sistema já em funcionamento. Nem o Yast ajuda muito nesse ponto.

O maior problema que passei, ou melhor, ainda passo, é em relação ao Xorg. O upgrade para o release 11.1 fez com que a interface gráfica ficasse tão lenta que era quase impossível sua utilização. glxgears mostrava por volta de 10, até menos, fps. Pelos links abaixo, foi possível ver que é um problema devido a mudança de arquitetura no xorg, da antiga XAA para EXA, causando vários problemas com chipsets Intel, inclusive o 945GM, que tenho no laptop.

Seguindo as dicas do link, consegui melhorar a performance adicionando "INTEL_BATCH=1" no /etc/environment, e modificando o "/etc/X11/xorg.conf" da seguinte forma:

{CODE} Section "Device" BoardName "945 GM" Driver "intel" Identifier "Device[0]" Screen 0 VendorName "Intel" Option "AccelMethod" "EXA" Option "MigrationHeuristic" "greedy" Option "DRI" "True" Option "ExaNoComposite" "false" Option "monitor-LVDS" "Monitor[0]" EndSection {/CODE}

Ainda inclui um script para forçar a configuração do registradores do placa de vídeo:

{CODE} echo "base=0xe0000000 size=0x10000000 type=write-combining" >> /proc/mtrr {/CODE}

Sendo 0xe0000000o endereçamento da placa de vídeo, que pode ser visto com "lspci -v". Com isso consegui uma performance melhor, como mostra a saída do glxgears:

{mosimage} {CODE} 5630 frames in 5.0 seconds = 1125.839 FPS 5623 frames in 5.0 seconds = 1124.464 FPS 5608 frames in 5.0 seconds = 1121.535 FPS 5598 frames in 5.0 seconds = 1119.583 FPS 5611 frames in 5.0 seconds = 1121.975 FPS 5633 frames in 5.0 seconds = 1126.477 FPS 5631 frames in 5.0 seconds = 1126.196 FPS 5580 frames in 5.0 seconds = 1115.859 FPS 5633 frames in 5.0 seconds = 1126.471 FPS 5519 frames in 5.0 seconds = 1103.767 FPS 5525 frames in 5.0 seconds = 1104.990 FPS 5514 frames in 5.0 seconds = 1102.650 FPS 5468 frames in 5.0 seconds = 1093.563 FPS 5413 frames in 5.0 seconds = 1082.578 FPS 5363 frames in 5.0 seconds = 1072.389 FPS 5516 frames in 5.0 seconds = 1103.187 FPS 5559 frames in 5.0 seconds = 1111.795 FPS {/CODE}

Infelizmente, após o sistema voltar da hibernação, o problema se repete, mas provavelmente deve depender de alguma atualização do próprio xorg. Enquanto isso, longa vida ao OpenSuse!

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{mosimage} Estava buscando atualizações para meu Palm Tungsten E quando encontrei o link abaixo, que mostra o mesmo rodando Linux.

Muito legal, mas pouco informativo, pois somente mostra em funcionamento, mas não traz muita informação de como fazer isso. Uma rápida busca no google forneceu outro link interessante: Palm Tungsten E rodando Linux, no Guia do Hardware. Infelizmente também muito desatualizado, uma vez que o link onde o a imagem bootável está não se encontra mais lá (a imagem, não o link).

Ainda seguindo o tutorial do Guia do Hardware, baixei a versão do Familia-PDA para HP6300. Agora falta acertar o garux para boot. Eu já tinha testado anteriormente, mas só consegui apagar meus arquivos do Palm, seguido de um kernel panic. Vamos ver se consigo mais sucesso dessa vez...

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Depois de ter escrito que "Infelizmente o Gaim, ou como é atualmente chamada, Pidgin, não tem uma forma para bloquear isso (não que eu saiba)", encontrei a solução.

Basta clicar no menu "Tools" e na opção "Privacy". Tentei procurar isso na documentação, FAQ, mas não encontrei. Achei por acaso. Apliquei a opção como mostrada abaixo e... no more SPAMs. Aparentemente também não recebo mais pedido de invitation para novos amigos, mas...

{mosimage}
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{mosimage}

Recentemente tenho recebido diariamente várias mensagens como essa. Infelizmente o Gaim, ou como é atualmente chamada, Pidgin, não tem uma forma para bloquear isso (não que eu saiba).

Em Linux é possível fazer um "bypass" utilizando as regras de "string match" do iptables. Utilizando algo como:

{CODE} iptables -A INPUT -j DROP -s 0/0 -d 0/0 -m string --algo kmp --string "My cam still is not working. Message me on" {/CODE}

é suficiente. O uso do --dport PORT poderia ajudar a regras ser mais eficiente, mas isso infelizmente pode ser burlado pelo protocolo do MSN, dependendo da forma que é usado, então a forma mais genérica funcionará (mas irá verificar todos os pacotes chegando à sua máquina).


FREEBSD

E quanto ao FreeBSD? Foi a mesmo pergunta que me fiz. Não existe suporte para "string matching" tanto no ipfw quanto no pf (ou mesmo no ipfilter). Existem soluções utilizando os logs de firewall para decodificar, mas não achei que algum desses fossem eficiente o suficiente para aplicar. Continuo recebendo meus SPAMs diários... uns 15 por dia...
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Vídeo antigo. Achei no meu trash-hd-externo, mas como era muito grande, não fiz upload pra lugar nenhum. Em compensação, encontrei o mesmo já publicado (e em partes):

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Publiquei no Google um vídeo que eu tinha aqui perdido no limbo do meu HD externo. Já é meio antigo (acho que por volta de 2004), mas o discurso do Stallman é sempre atual.
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 Esse é realmente um fim de semana produtivo para mim. Acho que desde que criei o meu domínio (e conseqüentemente a página web), nunca postei tanta coisa como agora. Não, não estou desempregado (ao menos não ainda).

Como algumas da pessoas mais próximas de mim já sabe, sou um feliz proprietário de um console da Nitendo: o Wii. Já fiz críticas anteriores ao mesmo devido à baixa qualidade dos gráficos, poucos jogos, etc, mas acabei comprando o mesmo por uma oportunidade que surgiu (o que inclui até um Guitar Hero 3 completo). E não estou arrependido. Os gráficos são realmente mais pobres que seus primos ricos, PS3 e X-Box 360, assim como a falta de títulos também é gritante. Mesmo assim foi uma feliz surpresa adquirir o brinquedo, que não me exigiu mais um gasto adicional: uma TV LCD (PS3 que o diga).

A primeira boa surpresa foi o gasto para "destravar" o mesmo: R$ 180,00. Quase o mesmo custo de um jogo (por volta de USD 50,00). Essa economia foi vital pois dos mais de 50 jogos que peguei com os amigos, a grande maioria não passa de porcaria. Inclusive jogos recém-lançados como "The Mummy - The Dragon Emperor". Mas alguns jogos são muito mais divertidos de jogar, como Resident Evil, Scarface e Godfather. O fato da mira ser feita através do controle todo torna a jogabilidade muito melhor se comparado ao controle do PS2 que tenho. Jogos como Medal of Honor on-line então... verdadeira guerra (sem bem que a molecada a partir de 8 anos me mata tão rápido que mal consigo mirar).

Uma coisa que falta ao Wii é o suporte à DVDs e DIVX (filmes no format AVI). Devido a um problema de custos, o suporte a DVD de filmes não foi inserido no produto. Não que isso seja realmente um problema já que adquiri uma plataforma de jogo, não um produto para assistir filmes, mas não seria nada mal se isso fosse incluido.

Buscando na rede alguma alternativa para isso, encontrei soluções bem interessantes. A primeira foi o FreeVO , uma solução baseada em Linux (atualmente um live cd) para transformar seu PC em uma estação multimídia. A idéia é criar uma plataforma em termos de interface com o usuário, mas que rode em qualquer tipo de hardware suportado por Linux: de Xbox a PS2 e... Wii!!!

 

A segunda solução é Projeto WiiLi , que nada mais do que o desenvolvimento do Linux para Wii.

Ambos são projetos interessantes, mas nenhum está funcionando efetivamente no Wii infelizmente. Enfim... esperança é a última que morre e mais dia, menos dia, isso irá acontecer. E quando acontecer, eu estarei lá...

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Após meses de Ubuntu instalado em minha máquina em casa, minha filha reclamou que o som estava "quicando". Fui dar uma olhada e qual não foi minha surpresa: o som estava realmente quicando.

Como a nova geração de kernels 2.6 não dispõe mais da facilidade de patch para low latency, o que permite uma funcionalidade multimídia muito boa no sistema (evita esses "pulos" durante a execução de uma música), resolvi utilizar uma dica que havia lido na LinuxMagazine do Brasil.

Infelizmente eu havia doado a revista para futuras leituras. Busquei o mesmo artigo no bom e velho google e.... nada! Procurei na Linux Magazine, Brasil, e... nada! Em pleno desespero comecei a procurar por tudo no Google: "multimedia", "multimedia priority", "multimedia priority scheduling", "multimedia priority scheduling ubuntu",e assim fui. Felizmente, entre os vários chutes, acertei o artigo:

http://www.linux-magazine.com/issue/65/Realtime_Computing_With_Multimedia_Apps.pdf

O excelente artigo, de Oliver Frommel, descreve as alternativas para melhorar a prioridade de som nos kernels atuais. Uma das alternativas, que não exige re-compilação de kernel nem aplicação de patches é através do uso de RTLIMITS. Tão simples que basta somente alterar o arquivo /etc/security/limits.confe adicionar as seguintes linhas:

@audio hard rt_priority 80 @audio hard nice -10

Simples, rápido e eficaz. Ainda não entendi o motivo pelo qual isso já não vem configurado como padrão....

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É interessante quando pessoas não versadas sobre a arte zen da computação (sim, é uma arte) usam os sistemas que para nós são parte de nosso dia-à-dia. Coisas bizarras e inusitadas simplesmente não funcionam ou você, ao contrário, nota que alguém usa aquilo para alguma coisa.

Com a dança de cadeiras de máquina, fiquei com os seguintes equipamentos:

  • Laptop Compaq nc6220 - FreeBSD 6.1 - Meu laptop para trabalho (da empresa)
  • iBook G3 500 - Ubuntu 6.06 LTS - Era meu antigo laptop. Como recebi outro da empresa, pretendo formatar e instalar novamente MacOSX. O problema é que preciso achar um cd de instalação para isso... a provável candidata a ficar com o equipamento é minha esposa.
  • PC AMD Athlon XP 2.0 - Ubuntu 6.06 LTS - Essa é a máquina que me acompanha desde os primórdios de meu aprendizado em Linux/Unix. Claro que sofreu os devidos upgrades com o tempo, tanto que agora dispõe de uma CPU Athlon de 1.6 GHz, 512 MB de RAM e 180 GB de HD. Até recentemente só utilizava Debian nessa máquina, que atua como o servidor aqui em casa. Com o uso do Ubuntu, achei melhor passar por um upgrade via "aptitude" e deixar o mesmo com a última versão do Ubuntu, a 6.06 na época.

Voltando à questão do som, minha esposa veio reclamar da última máquina descrita: o som não funcionava. Eu, como não a utilizo muito (não via prompt, somente remotamente), nunca tinha notado isso. Fui verificar o que havia ocorrido já que o som funcionava perfeitamente na "era Debian" e eu não havia formatado a máquina, apenas realizado um "aptitude dist-upgrade" para Ubuntu (não foi tão fácil assim, mas também não foi tão difícil...).

Primeiramente verifiquei qual interface de som eu tinha instalado (somente lembrava que era on-board em uma placa ASUS A7V8X-X:

picasso:etc# lspci | grep -i multimedia 
0000:00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc.
VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 50)

Notei que vários módulos inúteis estavam carregados no kernel, inclusive um redirecionando o som para interface dummy, o que estava causando a "falta de som". Removi os módulos desnecessários e carreguei o módulo snd-via82xx. Para minha surpresa, o som não funcionou...

Escarafunchando pelo google a fora encontrei uma dicas místicas de pessoas que usaram o controle de som do Gnome para configurar a placa. Segui a mesma receita e dessa vez o som funcionou. Verifiquei o que havia alterado e notei que o módulo ad1889 havia sido carregado, o que permitiu que o som funcionasse. Uma vez carregado, pode-se verificar se tudo está corretamente assim:

picasso:etc# cat /dev/sndstat 
Sound Driver:3.8.1a-980706 (ALSA v1.0.10rc3 emulation code)
Kernel: Linux picasso 2.6.15-23-k7 #1 SMP PREEMPT Tue May 23 14:20:54 UTC 2006 i686
Config options: 0
Installed drivers:
Type 10: ALSA emulation
Card config: VIA 8235 with AD1980 at 0xe000, irq 201
Audio devices: 0: VIA 8235 (DUPLEX)
Synth devices: NOT ENABLED IN CONFIG
Midi devices: NOT ENABLED IN CONFIG
Timers: 7: system timer
Mixers: 0: Analog Devices AD1980

Depois inclui os módulos necessários para que carregassem no boot assim:

picasso:etc# echo snd-via82xx >> /etc/modules 
picasso:etc# echo snd-ad1889 >> /etc/modules

Para evitar que o sistema leia outros módulos e não os que defini, simplesmente renomeei o diretório /etc/modprobe.d para /etc/modprobe.d.sai_seu_feio. Não é uma solução das mais bonitas, mas um dia eu arrumo isso...

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Após um período utilizando o Java 1.5.0 que baixei da IBM, verifiquei que alguns aplicativos não estavam funcionando de acordo. Podendo ou não ser problema da versão do Java, resolvi utilizar a versão anterior: 1.4.2.
Para quem tem um iBook, arquitetura PPC (ou PowerPC), rodando Linux como o meu, sabe que não tem coisa mais chata que buscar alguns aplicativos como Java, Flash, Acroread, etc... Felizmente, no caso do Java, existe um suporte da IBM. Mesmo assim é necessário entrar no site da mesma, registrar-se, e somente aí baixar o aplicativo.
Buscando no respositório não oficial da Debian, encontrei uma alma caridosa que já disponibilizou o pacote pronto:

http://nigow.mr-imp.net/debian/dists/stable/main/binary-powerpc/ibm-j2sdk1.4_1.4.2_powerpc.deb
j2sdk1.4_1.4.2_powerpc.deb

É possível buscar para todos os releases (atuais) de Debian. Great Work Dude!

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Essa visista à Dallas, na verdade Plano, no Texas, EUA, tem sido bastante interessante, além de uma grande tentação. Os aparatos tecnológicos à disposição atraem pelas funcionalidades e pelo preço. Graças à isso, o xuxu já sofreu um belo upgrade de memória (troquei o pente de 256MB para 512MB), uma nova bateria com 2 horas de duração e uma nova fonte de alimentação.

helio@xuxu:~$ uname -a 
Linux xuxu 2.6.15-26-powerpc #1 Mon Jul 17 19:51:43 UTC 2006 ppc GNU/Linux
helio@xuxu:~$ cat /proc/meminfo | head -7 
MemTotal: 643808 kB
MemFree: 72396 kB
Buffers: 127376 kB
Cached: 206272 kB
SwapCached: 0 kB
Active: 360200 kB
Inactive: 183444 kB

Não bastasse isso, ainda comprei um adaptador de rede USB da Linksys (Linksys USB200M), que não funcionou de cara. No caso, tenho que usar USB pois o meu iBook não tem entrada PCMCIA (isso é chato de vez em quando). Não demorou muito para encontrar alguns links na rede:

Em ambos, aparentemente o módulo asix faria todo o suporte como driver porém:


root@xuxu:~# lsusb
Bus 001 Device 005: ID 13b1:0018 Linksys USB200M 10/100 Ethernet Adapter
Bus 001 Device 001: ID 0000:0000
Bus 002 Device 003: ID 046d:c016 Logitech, Inc. M-UV69a Optical Wheel Mouse
Bus 002 Device 001: ID 0000:0000

root@xuxu:~# modprobe asix
root@xuxu:~# ifconfig usb0
usb0: error fetching interface information: Device not found

root@xuxu:~# dmesg | tail
[ 698.129138] usb 1-1: new full speed USB device using ohci_hcd and address 3
[ 1000.127664] usbcore: deregistering driver asix
[ 1013.215179] usbcore: registered new driver asix
[ 1048.105175] usb 1-1: USB disconnect, address 3
[ 1064.537063] usb 1-1: new full speed USB device using ohci_hcd and address 4
[ 1242.490754] usbcore: registered new driver rtusb
[ 4600.045112] usb 1-1: USB disconnect, address 4
[ 4604.633132] usb 1-1: new full speed USB device using ohci_hcd and address 5
[ 4608.154937] usbcore: deregistering driver asix
[ 4624.399026] usbcore: registered new driver asix

O sistema não chegou a reconhecer. Mas como parece existir um horizonte de possibilidade, vou continuar tentando (mesmo porque o preço fui muito compensador: USD$ 29.99).

 

Outro brinquedo que me chamou a atenção, mais pelo preço que por funcionalidade (também saiu por USD$ 29.99), foi um Wireless G USB Network Adapter da Belkin. Apesar de também ser uma compra no escuro, sem idéia se iria funcionar ou não em Linux e FreeBSD, resolvi arriscar. Após uma rápida busca na rede, encontrei alguns links muito bons:

A última referência, o HOWTO, é excelente. De cara já vi que é um chip da ralink, o mesmo utilizado no DWL-G122 da D-Link. Ainda não fiz funcionar, mas já decidi que também não vou devolver. Agora é arregaçar as mangas e mandar ver.

 

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Diferenças de hardware sempre existiram, mas desde que instalei o Urubuntu, digo, Ubuntu no meu iBook e tudo funcionou exatamente igual ao meu PC, não prestei mais atenção nisso. Até o momento. Brincando com uma DWL-G122, placa Wi-Fi B/G via USB, com revisão de hardware A1, que não é chipset prism e por isso mesmo estava compilando o suporte via ndiswrapper, descobri um pequeno bug na compilação:

 

/usr/src/modules/ndiswrapper/misc_funcs.c:865: 
warning: `regparm' attribute directive ignored 
/usr/src/modules/ndiswrapper/misc_funcs.c:873: 
warning: `__stdcall__' attribute directive ignored 
/usr/src/modules/ndiswrapper/misc_funcs.c:873: 
warning: `regparm' attribute directive ignored 
{standard input}: Assembler messages: {standard input}:2719: Error: Unrecognized opcode: `movl' 
make[2]: *** [/usr/src/modules/ndiswrapper/misc_funcs.o] Error 1 make[1]: *** 
[_module_/usr/src/modules/ndiswrapper] 
Error 2 make[1]: Leaving directory `/usr/src/linux-source-2.6.12' 
make: *** [default] Error 2 

Buscando no arquivo misc_funcs.c, verifiquei que fazia parte da seguinte chamada:

#ifdef CONFIG_X86_64 __asm__ __volatile__("movq %%rsp, %0\n" : "=g"(i)); 
#else __asm__ __volatile__("movl %%esp, %0\n" : "=g"(i)); 
#endif return (void *)i; } 

 

Código assembly de X86... problema. Tentei compreender o dito e buscar um equivalente. Eis que encontrei o valioso link:

http://www-128.ibm.com/developerworks/linux/library/l-ppc/

Agora fica a questão: como reescrever isso para PPC???? Será que a brincadeira vale algum tempo em cima disso?

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 Linux xuxu 2.6.12-10-powerpc #1 Mon Jan 16 17:38:57 UTC 2006 ppc GNU/Linux 

Finalmente criei coragem e instalei o Ubuntu em meu laptop, um iBook. Primeiramente fiz um teste com o live cd, que funcionou bem (basta apertar "c" durante o boot do MacOSX para selecionar boot pelo cd). Fiz o bom e velho backup (tar cvf - -C / . | ssh backupserver -l helio "dd of=/usr/local/BKP/xuxu-fullbackup-macosx.tar") e mandei ver. Apanhei um pouco com o particionamento até descobrir que a mídia do cd de instalação estava ruim. Passado por isso, tudo correu normalmente e sem sustos.
Infelizmente acabei errando a restauração do backup e apaguei tudo o que estava salvo, perdendo duas semanas de trabalho e mails, ou seja, nada preocupante. Depois de tudo instalado, atualizei o sistema para o Kubuntu, a versão do Ubuntu baseada no ambiente kde, uma vez que concordo com Linus Torvalds sobre o fato do ambiente Gnome ser extremamente espartano em relação à usabilidade.
Os resultados foram:

  • Processador: PowerPC 400 MHz (new world)
  • Memória: 384 MB
  • Modem: Não funciona
  • Som: Não funciona
  • Serial USB: OK
  • Mouse touchpad: OK
  • Mouse USB: OK
  • X windows (xorg): OK
  • APM: Não funciona
  • Ethernet: OK
  • Wi-Fi USB (DWL-122): Parcialmente funcionando
  • Drive DVD: OK
  • Botão de ejetar o DVD: OK
TPL_COM_CONTENT_READ_MOREKubuntu no iBook
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Googleando na rede achei que o suporte ao DWL-G122 em Linux em:

http://anirudhs.chaosnet.org/blog/2005.10.23.html

DWL-G122 é uma interface Wi-Fi USB. Para utilizar em MacOSX, somente o DWL-122 com chipset Prism. O DWL-G122 funciona com um chipset da Ralink, que agora suporta Linux. Boa novidade já que a interface pode ser configurada via "iwconfig", muito menos arcaica e esdrúxula que o wlan-ng.

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Alguém já tentou instalar o FreeRadius com suporte à EAP no Debian??? Tarefa hérculea. Essa aplicação tem uso em redes Wi-Fi com WPA para autenticação de usuário. Em Debian, o pacote freeradius existe, mas infelizmente vem sem o suporte ao EAP devido a problemas de restrição de licença, como pode ser visto nesse bug report. Garimpando a rede, encontrei uma alma caridosa que enfrentou o mesmo problema e criou um patch para compilar e criar o pacote necessário:freeradius-eaptls. Consegui compilar e criar o pacote com a versão 1.0.2 sem problemas.

 

http://www.wapu.org/projects.php?id=freeradius-eaptls

É triste mas também é preciso admitir que Debian está se tornando inconveniente para uso como servidor. Como seu foco não é em Desktop (se for, algo está muuuuuuito errado), fico na dúvida em como classificar a distribuição. Dizer que é apenas uma distro conceitual não faz jus aos méritos de boa parte dos trabalhos realizados sobre a mesma. Dizer que não existem problemas também é hipocrisia. O que fazer? Estou utilizando Ubuntu como Desktop, mas confesso que gostaria de ver a própria Debian com esse mesmo nível de maturidade...

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